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(Fotos: Divulgação/Câmara dos Deputados)
Carlos Chidoini (MDB), deputado federal catarinense e relator da CPI, diz que os parlamentares não podem ser "inquisidores, fazer papel de polícia, juiz e promotor"
A conclusão da CPI das Americanas, que teve o relatório final aprovado na Câmara dos Deputados, não reuniu elementos suficientes para indiciar ex-diretores e ex-executivos. Em janeiro deste ano, a rede de lojas entrou em recuperação judicial após inconsistências fiscais e 'possível fraude nos balanços financeiros' de R$ 20 bilhões e uma dívida de R$ 43 bilhões.
Por 18 votos a 8, o relatório de Chiodini (MDB) foi aprovado, contrariando posicionamento de parlamentares que desejavam o indiciamento dos três acionistas de referência do grupo Americanas S/A - Carlos Alberto da Veiga Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Hermann Telles. "O entusiasmo não de promover a justiça, a melhoria legislativa, a correção do mercado, que foi sempre a nossa preocupação, não é o vídeo, não é olhar para a câmera, não é fazer fotos, entusiasmo quem tem é candidato durante a eleição, aqui buscamos uma solução, de corrigir o mercado", frisou Chiodini ao defender seu relatório e contrapondo a fala do deputado Tarcísio Motta (PSOL), que era a favor do indiciamento dos antigos gestores sem comprovação e sem tempo para aprofundar a investigação.
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