Leilões de touros em SC mantêm preços altos em 2026

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28/09/2026 10:12
Leilões de touros

Leilões de touros em SC mantêm preços altos em 2026

Por Jornalismo

Fonte: FAESC

 Publicado 28/09/2026 10:11  – Atualizado 28/09/2026 10:11

Resultados da temporada de leilões de touros são apresentados todas as semanas.
  • Resultados da temporada de leilões de touros são apresentados todas as semanas. (Fotos: Faesc/Senar)

Levantamento da Udesc mostra desempenho das principais raças comercializadas no Estado

Os leilões de touros realizados em Santa Catarina continuam apresentando preços médios elevados em boa parte das raças acompanhadas pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Os dados fazem parte da sétima divulgação parcial do levantamento de 2026, elaborado a partir dos principais eventos agropecuários do Estado.

O monitoramento permite observar o comportamento dos preços ao longo da temporada e reunir informações sobre comercialização, demanda e valorização genética. A iniciativa conta com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), parceira dos eventos acompanhados pela pesquisa.

Entre os resultados divulgados, a Angus soma sete leilões e registra média de R$ 18.842,27 por touro, com coeficiente de variação de 22,30%. A Braford aparece com oito leilões e média de R$ 19.220,54, enquanto a Brangus, com 12 eventos acompanhados, tem valor médio de R$ 18.705,37, o maior número de leilões entre as raças analisadas nesta etapa.

Também aparecem na relação a Charolês, com média de R$ 17.972,21 em oito leilões; a Nelore, com R$ 17.903,33 em quatro eventos; e a Hereford, que registra média de R$ 16.724,76 em sete leilões. A Devon teve quatro leilões acompanhados e média de R$ 15.387,50, com os menores valores entre as raças listadas nesta parcial.

A Ultrablack se destaca como a raça de maior média entre os dados divulgados, com cinco leilões e valor médio de R$ 22.176,00 por touro. O coeficiente de variação foi de 17,83%, indicador que ajuda a medir a dispersão dos valores registrados ao longo dos eventos.

Os números mostram um mercado aquecido e reforçam a importância da seleção genética na pecuária de corte. Além de indicar o comportamento da comercialização no Estado, o levantamento também funciona como termômetro para produtores, compradores e organizadores de leilões.

O estudo do GMG/Udesc segue em andamento e deve receber novas atualizações ao longo da temporada de leilões. As próximas parciais podem alterar o cenário atual, conforme novos eventos forem contabilizados e os valores continuarem a ser observados pela equipe responsável.

As informações completas podem ser acompanhadas pelo perfil do Grupo de Melhoramento Genético da Udesc no Instagram, pelas rádios parceiras e pelo site do Sistema Faesc/Senar. O acompanhamento contínuo contribui para entender a evolução dos preços e o avanço genético dos rebanhos catarinenses.

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  • Confira os dados do levantamento parcial dos leilões de touros divulgados nesta semana. (Divulgação Udesc)

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