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Crescimento da população, renda acima da média nacional e cenário de inflação mais moderada ajudam a sustentar demanda por imóveis no estado. (Fotos: Divulgação)
Crescimento populacional, renda acima da média e demanda por moradia mantêm o estado em destaque para quem pensa em comprar imóvel
Santa Catarina mantém indicadores que favorecem o setor imobiliário e reforçam o interesse de quem busca moradia própria ou formação de patrimônio. Para a SCIRE Empreendimentos, o crescimento populacional, a renda acima da média nacional e a demanda constante por habitação continuam sustentando a dinâmica do mercado no estado.
O avanço da população é um dos principais motores desse cenário. Segundo estimativas do IBGE para 2025, Santa Catarina chegou a 8.187.029 habitantes, número cerca de 577 mil acima do registrado no Censo de 2022. Esse aumento amplia a necessidade por moradia, infraestrutura e serviços, fatores que costumam impactar diretamente a procura por imóveis.
Outro indicador importante é a renda dos catarinenses. O rendimento domiciliar mensal per capita no estado atingiu R$ 2.809,00 em 2025, valor cerca de 21% superior à média brasileira, de R$ 2.316,00. Na avaliação da empresa, esse desempenho ajuda a sustentar o consumo e favorece a decisão de compra no setor imobiliário.
Para o CEO da SCIRE, Gustavo Quintela, o contexto reforça a visão positiva sobre o mercado local. Ele afirma que Santa Catarina segue crescendo, recebendo novos moradores e ampliando suas cidades, o que cria demanda real por habitação e mantém o estado como um mercado consistente para investimentos de longo prazo.
Levantamentos recentes mostram que a casa própria continua sendo relevante para a formação patrimonial das famílias brasileiras. Dados do Brasil em Mapas, com base na PNAD Contínua 2025, indicam que cerca de 67% da população vive em imóvel próprio, enquanto 23,8% dos domicílios são alugados, o que revela espaço para migração do aluguel para a compra.
Gustavo destaca, porém, que a segurança da compra depende de análise criteriosa. Segundo ele, é preciso observar localização, infraestrutura, qualidade construtiva, capacidade de pagamento e potencial de desenvolvimento da região para aumentar as chances de preservação e valorização do patrimônio ao longo dos anos.
O cenário inflacionário também influencia o setor. O INPC teve queda de 0,01% em julho, após alta de 0,14% em junho, acumulando 3,50% no ano e 4,10% em 12 meses. Como o índice acompanha o custo de vida de famílias com renda entre um e cinco salários mínimos, seu comportamento exige atenção das incorporadoras ao perfil do consumidor.
Na visão da SCIRE, o comprador está mais atento ao orçamento e ao retorno do investimento, o que torna essencial combinar preço, localização, qualidade de vida, eficiência dos espaços e potencial de valorização. Com mais de 14 anos de atuação em Santa Catarina, a empresa soma mais de 200 mil metros quadrados construídos e 3.111 unidades entre entregues e em construção.
Entre os projetos atuais está o Scire View, em São José, com vista para o mar, lazer estruturado e acesso facilitado à BR-101, Prefeitura, hospitais e comércios. A incorporadora também tem empreendimentos entregues em cidades como São José, Palhoça, Blumenau e Biguaçu, consolidando sua presença em diferentes regiões do estado.
Para Gustavo Quintela, Santa Catarina continua reunindo os elementos que mais importam para quem compra com visão de longo prazo: crescimento urbano, demanda por moradia, renda consistente e empreendimentos alinhados às necessidades do consumidor. Nesse cenário, o imóvel segue como uma alternativa sólida para construir patrimônio em 2026.
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