É necessário agir no sentido de mitigar os efeitos das enxurradas, alagamentos, enchentes e deslizamentos que podem vir a ocorrer

Com a previsão de um rigoroso El Niño por parte dos meteorologistas, é aguardada a ocorrência de chuvas intensas no Extremo Sul de Santa Catarina. Diante deste cenário, é necessário agir no sentido de mitigar os efeitos das enxurradas, alagamentos, enchentes e deslizamentos que podem vir a ocorrer nos pontos onde estas situações são mais registradas.

É neste momento que o poder público, seja ele em qualquer esfera, municipal, estadual, tem de trabalhar. No Vale do Araranguá, estes locais, dependendo da intensidade das precipitações, são mais do que conhecidos. Alguns deles já foram solucionados, como o banhado do Piritu, na SC-290, em São João do Sul.

Também a TVO-360, na comunidade de Poço da Lontra, no interior de Turvo. Lá, embora as obras de pavimentação estejam paralisadas, o levantamento do nível da pista para o asfaltamento já deve amenizar o problema dos moradores que frequentemente ficam ilhados.

No entanto, velhos e insolúveis obstáculos da nossa mobilidade persistem. Um deles é o trecho da SC-447, entre Meleiro e Araranguá, nas proximidades do elevado da BR-101. Desde a pavimentação da referida rodovia, em 1996, a elevação do Rio Araranguá é quem determina quando se pode trafegar por ali ou não.


Incontáveis já foram as situações em que depois de poucos dias de chuva, com a subida de nível do rio, ninguém passa pelo local. Também já foram muitas as oportunidades em que a solução foi garantida pelas autoridades. Até agora, nada.

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