Publicidade será exibida para usuários da versão gratuita.

Resumo

A iniciativa visa sustentar investimentos de US$ 1,4 trilhão em infraestrutura de IA. Os anúncios aparecem em respostas específicas para usuários gratuitos e do plano Go, marcando uma mudança estratégica no modelo de negócios da OpenAI, que busca rentabilidade antes de uma possível abertura de capital.

Expansão do modelo de negócios

A OpenAI iniciou nesta sexta-feira o teste de anúncios no aplicativo do ChatGPT para usuários selecionados nos Estados Unidos. A medida atinge quem utiliza a versão gratuita e os assinantes do plano Go, modalidade de baixo custo que chega ao mercado norte-americano por US$ 8 mensais após estreia na Índia. As assinaturas premium seguem sem interrupções publicitárias.

O movimento sinaliza uma mudança de postura do CEO Sam Altman, que anteriormente descrevia a publicidade como um recurso de última instância. A decisão busca diversificar as fontes de arrecadação e compensar os gastos massivos da companhia, que projeta investir cerca de US$ 1,4 trilhão em data centers e processadores de inteligência artificial.

Integração e experiência do usuário

Os anúncios serão exibidos na parte inferior de respostas consideradas relevantes pelo chatbot. A empresa afirma que haverá uma separação visual nítida para garantir que o usuário identifique o conteúdo patrocinado. Segundo Fidji Simo, CEO de aplicações da OpenAI, a meta é tornar a tecnologia acessível mantendo a utilidade objetiva das respostas.

Publicidade restrita às versões gratuita e econômica;
Exibição na base das respostas contextuais;
Separação visual clara do conteúdo orgânico.


Privacidade e segurança de dados

A companhia estabeleceu limites para a nova ferramenta de monetização. As conversas dos usuários não serão compartilhadas com os anunciantes. Além disso, temas sensíveis como saúde mental e política estão excluídos da rede de anúncios para menores de 18 anos. A OpenAI também afirma que o retorno dos usuários durante esta fase de testes servirá para ajustar o formato final do produto.

A estratégia segue o modelo consolidado por empresas como Meta e Google, utilizando uma base de 800 milhões de usuários semanais para subsidiar os custos operacionais. A liderança do projeto conta com executivos experientes no setor publicitário, incluindo nomes que atuaram na expansão de negócios de anúncios em redes sociais.

OpenAI inicia testes de anúncios no ChatGPT para aumentar receita

Publicidade será exibida para usuários da versão gratuita e do novo plano econômico nos Estados Unidos.

Resumo

A iniciativa visa sustentar investimentos de US$ 1,4 trilhão em infraestrutura de IA. Os anúncios aparecem em respostas específicas para usuários gratuitos e do plano Go, marcando uma mudança estratégica no modelo de negócios da OpenAI, que busca rentabilidade antes de uma possível abertura de capital.

Expansão do modelo de negócios

A OpenAI iniciou nesta sexta-feira o teste de anúncios no aplicativo do ChatGPT para usuários selecionados nos Estados Unidos. A medida atinge quem utiliza a versão gratuita e os assinantes do plano Go, modalidade de baixo custo que chega ao mercado norte-americano por US$ 8 mensais após estreia na Índia. As assinaturas premium seguem sem interrupções publicitárias.

O movimento sinaliza uma mudança de postura do CEO Sam Altman, que anteriormente descrevia a publicidade como um recurso de última instância. A decisão busca diversificar as fontes de arrecadação e compensar os gastos massivos da companhia, que projeta investir cerca de US$ 1,4 trilhão em data centers e processadores de inteligência artificial.

Integração e experiência do usuário

Os anúncios serão exibidos na parte inferior de respostas consideradas relevantes pelo chatbot. A empresa afirma que haverá uma separação visual nítida para garantir que o usuário identifique o conteúdo patrocinado. Segundo Fidji Simo, CEO de aplicações da OpenAI, a meta é tornar a tecnologia acessível mantendo a utilidade objetiva das respostas.

  • Publicidade restrita às versões gratuita e econômica;
  • Exibição na base das respostas contextuais;
  • Separação visual clara do conteúdo orgânico.

Privacidade e segurança de dados

A companhia estabeleceu limites para a nova ferramenta de monetização. As conversas dos usuários não serão compartilhadas com os anunciantes. Além disso, temas sensíveis como saúde mental e política estão excluídos da rede de anúncios para menores de 18 anos. A OpenAI também afirma que o retorno dos usuários durante esta fase de testes servirá para ajustar o formato final do produto.

A estratégia segue o modelo consolidado por empresas como Meta e Google, utilizando uma base de 800 milhões de usuários semanais para subsidiar os custos operacionais. A liderança do projeto conta com executivos experientes no setor publicitário, incluindo nomes que atuaram na expansão de negócios de anúncios em redes sociais.

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