Em 2025, o Ministério das Cidades investiu R$ 22,1 bilhões em saneamento básico via Novo PAC. O aporte foca na universalização de serviços de água e esgoto, promovendo saúde pública, pois cada real investido economiza quatro reais em gastos sanitários, segundo a OMS.

Investimentos do Novo PAC e impactos na saúde pública

O ano de 2025 consolidou-se como um marco para o saneamento básico no Brasil. Segundo dados do Ministério das Cidades, o Novo PAC direcionou R$ 22,1 bilhões para o setor, abrangendo abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e gestão de resíduos sólidos. O ministro das Cidades, Jader Filho, destacou que, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada real investido na área resulta em uma economia de R$ 4 em saúde pública.

Resultados acumulados e universalização dos serviços

Desde o início da atual gestão, o montante investido em seleções para o saneamento soma aproximadamente R$ 61 bilhões. O objetivo central é cumprir as metas de universalização estabelecidas no Marco Legal do Saneamento. De acordo com o secretário Nacional de Saneamento Básico, Leonardo Picciani, essas ações são fundamentais para a qualidade de vida e adaptação climática.

  • R$ 22,1 bilhões para drenagem em 287 localidades;
  • R$ 22 bilhões para esgotamento sanitário em 338 cidades;
  • R$ 15,2 bilhões para abastecimento de água;
  • R$ 1,2 bilhão para gestão de resíduos sólidos.

Marcos estratégicos e entregas em 2025

Além dos aportes financeiros, 255 empreendimentos foram contratados no ano, beneficiando cerca de 3 milhões de famílias. Entre as entregas concluídas, destacam-se a expansão da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Hélio Seixo de Britto, em Goiânia, e a ETE Una, a maior do Pará, localizada em Belém. O governo também lançou o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) e avançou na revisão do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), garantindo transparência e planejamento para os próximos anos.

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