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ACATE apresenta dados inéditos do setor de tecnologia catarinense durante Startup Summit. (Fotos: Divulgação)
Observatório ACATE 2026 mostra a força do ecossistema catarinense e os principais dados do setor no país
O segundo dia do Startup Summit, realizado no CentroSul, em Florianópolis, foi marcado pelo lançamento do Observatório ACATE 2026. O estudo reúne dados inéditos sobre o setor de tecnologia brasileiro e evidencia a expansão do ecossistema de inovação de Santa Catarina.
Entre os principais resultados, o estado aparece como o segundo maior polo gerador de empregos de tecnologia do país, à frente de Minas Gerais. Em 2025, Santa Catarina cresceu 1,8% e chegou a 102,2 mil vagas formais, o que representa 8,53% de todos os profissionais de tecnologia do Brasil.
O levantamento mostra ainda que o ecossistema catarinense alcançou faturamento de R$ 47,9 bilhões e registrou a maior taxa de crescimento no número de empresas entre os 15 maiores polos do país. Hoje, o estado soma 34,2 mil empresas de tecnologia, com alta de 16,4% em relação ao último ano.
Outro dado de destaque é a participação do setor no PIB estadual, que já chega a 8%, a terceira maior do Brasil. Florianópolis também se sobressai no cenário nacional ao liderar entre as capitais com a maior fatia da tecnologia no PIB municipal, atingindo 21%.
A ACATE destaca que o avanço é resultado de uma trajetória de apoio ao empreendedor, da incubação à internacionalização, com combinação de capacitação, infraestrutura e cultura inovadora. Para a entidade, a segunda posição na geração de empregos confirma a maturidade do ecossistema catarinense.
Na programação do evento, o C-Level Meeting antecipou os dados do observatório e o Open Day promoveu conexões entre startups, corporações e poder público. Já os painéis do estande da ACATE trataram de captação de investimentos, expansão internacional, centros de inovação e estratégias de escala para empresas.
Entre os debates, participantes do painel sobre smart money compartilharam experiências sobre captação e crescimento de startups investidas. Outro encontro discutiu o papel dos centros de inovação no desenvolvimento regional e a conexão entre empresas, governo e diferentes regiões do estado.
A internacionalização também ganhou espaço com uma conversa sobre redes de parceiros e hubs de inovação para apoiar empresas na entrada em novos mercados. O dia terminou com um debate sobre a expansão nacional da metodologia por meio da rede MIDIHUB, reforçando o papel da ACATE na articulação do ecossistema empreendedor.
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