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APRASC entrega reivindicações históricas para orientar propostas aos militares. (Fotos: Divulgação )
Merisio também apresentou uma proposta para ampliar, de forma rápida e economicamente viável, o efetivo disponível para o policiamento ostensivo
O candidato ao governo de Santa Catarina, Gelson Merisio (PSB), se reuniu nesta quinta-feira (10), em Florianópolis, com o presidente da Associação dos Praças de Santa Catarina (APRASC), sargento Clailton de Oliveira. Durante o encontro, foram discutidas as principais demandas dos policiais e bombeiros militares e assinado um documento com reivindicações da categoria.
Entre os temas apresentados, estão questões relacionadas ao plano de carreira, ao equilíbrio remuneratório entre as diferentes graduações, à valorização salarial e à proteção dos pensionistas dos militares estaduais.
Merisio também apresentou uma proposta para ampliar, de forma rápida e economicamente viável, o efetivo disponível para o policiamento ostensivo. A ideia é criar um programa de reintegração de praças da reserva que tenham interesse em retornar à atividade, permitindo que profissionais já experientes voltem às ruas sem a necessidade de aguardar todo o tempo necessário para a formação de novos policiais.
“O Estado precisa encontrar soluções rápidas para recompor o efetivo e colocar mais policiais nas ruas. Temos profissionais capacitados, com experiência e que podem voltar a contribuir com a segurança pública. É uma medida que pode produzir resultados em curto prazo e com menor custo para o Estado”, afirmou Merisio.
Santa Catarina conta atualmente com pouco mais de 9,5 mil policiais militares na ativa, número considerado insuficiente diante do crescimento da população e das demandas de segurança pública. A recomposição do efetivo é apontada como uma das prioridades do plano de governo de Merisio para a área.
O documento entregue pela APRASC reúne reivindicações históricas da categoria e deverá subsidiar a elaboração das propostas específicas para os policiais e bombeiros militares. Para Merisio, o diálogo com os profissionais que atuam diretamente na segurança pública é fundamental para construir políticas que combinem valorização das carreiras, melhores condições de trabalho e aumento da presença policial nas ruas.
“Não existe política de segurança pública eficiente sem valorizar quem está na linha de frente. Precisamos cuidar de quem cuida da população e, ao mesmo tempo, garantir que Santa Catarina tenha efetivo suficiente para prevenir crimes e dar uma resposta mais rápida à sociedade”, destacou o candidato.
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