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Publicada resolução que reajusta repasses por aluno para merenda escolar (Fotos: Agência Gov | Via MEC)
Com investimento bilionário, medida busca garantir refeições dignas e apoiar a agricultura familiar em todo o Brasil.
O governo federal elevou o orçamento do Pnae para R$ 6,7 bilhões, representando alta de 80% desde 2022. A medida foca na segurança alimentar de estudantes da rede pública e na valorização de produtores locais, com repasses atualizados para creches e escolas indígenas.
Para milhares de crianças brasileiras, o prato de merenda na escola é muito mais do que uma refeição; é o combustível para o sonho de um futuro digno. Nesta quinta-feira, 19 de fevereiro, um novo capítulo de cuidado foi escrito com a publicação da Resolução CD/FNDE nº 1/2026, que oficializa o reajuste da merenda escolar 2026.
O sabor da esperança nos pratos das escolas públicas
A medida, anunciada pelo Ministério da Educação (MEC) através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), traz um reajuste médio de 14,35%. Mais do que números em uma planilha, essa atualização representa a recomposição do poder de compra para estados e municípios, assegurando que nenhum estudante precise aprender com fome.
Novos valores e o compromisso com a qualidade
A nova norma altera diretrizes anteriores para garantir que a nutrição chegue com força total em todas as etapas do ensino. Conforme a nova resolução, os repasses diários por aluno foram definidos da seguinte forma:
- Ensino fundamental, médio e EJA: R$ 0,57;
- Pré-escola: R$ 0,82;
- Escolas indígenas e quilombolas: R$ 0,98;
- Creches e tempo integral: R$ 1,57.
Esses valores já incidem sobre a primeira parcela de 2026, transformando a realidade imediata das cozinhas escolares de norte a sul do país.
Do campo para a mesa: o fortalecimento da economia local
O impacto da medida transborda os muros das instituições de ensino. Cerca de 45% dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) serão destinados à compra direta de alimentos da agricultura familiar. Isso significa que, enquanto o aluno recebe um alimento fresco e nutritivo, o pequeno produtor encontra o sustento para sua própria família.
O crescimento é histórico: o orçamento anual do programa saltou de cerca de R$ 3,6 bilhões em 2022 para R$ 6,7 bilhões em 2026. Segundo o governo, o acumulado de reajuste nesta gestão chega a quase 55%, reafirmando a segurança alimentar como pilar do desempenho escolar.
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