-
(Fotos: Divulgação/Freepik)
Segundo pesquisa, dificuldades de conexão e de suporte estão entre as principais reclamações
Segundo um levantamento realizado com 373 servidores públicos de todo o Brasil, a maior parte das instituições públicas está aderindo ao serviço remoto. No entanto, apenas 22% dos entrevistados considera que o órgão oferece a estrutura necessária para o home office.
Entre os principais problemas relatados, estão a falta de acesso remoto a suas máquinas ou servidores (9,4%), falta de ferramentas adequadas (4,3%), dificuldades de acesso à internet (3,1%), falta de recursos tecnológicos (2,4%), e de suporte apropriado (1,6%). Metade dos entrevistados também informou que o trabalho remoto nunca havia sido usado pela instituição.
Mesmo sem contato prévio com o home office, os participantes da pesquisa demonstraram ter gostado do modelo, com 72% respondendo positivamente a ele. A pesquisa foi realizada pela WeGov, com apoio do setor de Inteligência Competitiva da Softplan.
"As ações de combate ao Coronavírus escancararam um grande desafio de prefeituras, autarquias, fundações e secretarias públicas do país: a transformação digital. Algo que outras pesquisas mostram que, quando implementada, aumenta a produtividade do servidor e melhora o atendimento e a satisfação da população pelos serviços prestados pelo órgão público", afirmou o diretor da WeGov e organizador da pesquisa, André Tamura.
Recentemente, o trabalho remoto foi tema de fórum de debates durante um dos maiores encontros de chefes do executivo municipal do Brasil, promovido pela Frente Nacional de Prefeitos. O evento ocorreu em Florianópolis, na primeira quinzena de março.
"O governante que compreender que a sociedade anseia por isso, certamente será reconhecido. Principalmente neste momento de isolamento social. As pessoas querem e precisam seguir tendo acesso a serviços e processos de suas casas", ressaltou o diretor de Relações com o Mercado da Softplan, Marcelo Fett.
Tags
- Coronavírus
- economia
- Softplan
Deixe seu comentário