A Fetrancesc e suas entidades recomendam que o repasse do impacto em relação ao aumento do combustível seja feito de forma imediata aos fretes.

A Fetrancesc e entidades filiadas acompanham com atenção e preocupação a recente escalada no preço do óleo diesel. O cenário afeta diretamente o setor de transporte rodoviário de cargas, essencial para a economia, já que 65% do que é transportado no país é feito pelo modal rodoviário.

O diesel representa o principal custo das operações do setor, podendo chegar a 50% das despesas operacionais das empresas. Por essa razão, qualquer aumento no preço do combustível provoca impacto imediato na estrutura de custos das transportadoras.

Nos últimos anos, o setor tem enfrentado um processo contínuo de fragilização, marcado pelo aumento de custos operacionais, escassez de mão de obra, precariedade da infraestrutura rodoviária, além de margens cada vez mais pressionadas. O novo aumento do diesel agrava ainda mais esse cenário, com impacto na sustentabilidade econômica das empresas.

Diversas regiões do Brasil já registram aumento no preço do diesel nas bombas, com altas que chegam a 20%. Com esse cenário, é imprescindível que as transportadoras promovam o reequilíbrio econômico dos contratos de frete, com a imediata recomposição dos custos operacionais.

A Fetrancesc e suas entidades recomendam que o repasse do impacto em relação ao aumento do combustível seja feito de forma imediata aos fretes. A ausência dessa recomposição pode comprometer a saúde financeira das empresas transportadoras e, em casos mais críticos, colocar em risco a continuidade das próprias operações.

Lideranças do setor reafirmar que o transporte rodoviário de cargas precisa de condições mínimas de previsibilidade e equilíbrio para continuar garantindo o abastecimento e o funcionamento das cadeias produtivas.


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