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. (Fotos: Divulgação)
Confira o artigo do Secretário de Estado do Planejamento SC
Santa Catarina construiu, ao longo de sua história, uma fórmula de sucesso que combina trabalho, empreendedorismo, diversidade econômica e capacidade de cooperação. Essa combinação ajuda a explicar por qual motivo o estado ocupa a 2ª posição no Ranking Geral de Competitividade dos Estados, lidera pilares como Segurança Pública e Capital Humano e mantém indicadores sociais e econômicos entre os melhores do país.
O perfil associativista, a diversidade produtiva, a singularidade do que produzimos, o DNA empreendedor e a força de um povo trabalhador formam os pilares de uma trajetória que colocou Santa Catarina entre os estados mais competitivos do Brasil. Esses fatores se traduzem em resultados concretos: menor desigualdade de renda do país, forte geração de empregos e desempenho consistente em competitividade e mercado de trabalho.
Quando Santa Catarina gera empregos, reduz desigualdades e amplia a competitividade, não está apenas melhorando indicadores econômicos. Está fortalecendo famílias, fixando jovens em seus municípios e criando perspectivas reais de futuro em todas as regiões. Somente neste ano, o estado somou 63 mil novas vagas formais, mantendo-se entre os melhores saldos do país.
No entanto, o principal desafio é transformar essa fórmula em uma estratégia efetiva de desenvolvimento para as 21 regiões catarinenses, valorizando as vocações de cada território e ampliando oportunidades onde as pessoas vivem. Para isso, o próprio estado oferece bons exemplos a serem seguidos.
Desenvolvimento sustentável não se improvisa: exige planejamento, organização e construção baseada em dados, cooperação e visão de longo prazo. Ao olhar o estado de forma estratégica, percebe-se uma economia dinâmica, na qual cada região possui identidade produtiva própria, desafios específicos e oportunidades ainda subaproveitadas que precisam ser estimuladas.
Nesse contexto, o Avança SC se torna ainda mais estratégico. O programa, estruturado no governo Jorginho Mello, identifica as vocações regionais, analisa a realidade socioeconômica de cada território e orienta políticas públicas e investimentos com base em evidências. Ao reunir diagnósticos, escuta ativa e a participação das associações de municípios, cria condições para que cada região avance a partir de suas próprias potencialidades.
Na realidade, isso significa que cada região deve olhar para o que já faz bem e para o que pode aprimorar. Em algumas áreas, o motor está no agronegócio, na agroindústria ou na indústria de transformação; em outras, na economia do mar, no turismo, na tecnologia, nos serviços especializados ou na logística. O papel do Estado é conectar essas vocações a um projeto de desenvolvimento consistente, integrado e compartilhado.
Arão Josino
Secretário de Estado do Planejamento SC
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