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(Fotos: Priscila Noernberg/Jornal Correio do Norte)
Por sete votos a três, vereadores arquivaram a denúncia que investigaria suposta improbidade administrativa
Texto: Priscila Noernberg/Jornal Correio do Norte
A Câmara de Vereadores de Três Barras rejeitou por sete votos contrários e três favoráveis a denúncia de improbidade administrativa contra o prefeito afastado de Três Barras, Elói José Quege (PP). Aproximadamente 300 pessoas acompanharam a votação na noite de ontem - a maioria trabalha na prefeitura municipal.
A sessão foi longa e cansativa. Somente a leitura da denúncia durou duas horas e meia. Cada vereador usou a tribuna e justificou o voto. Abraão Mussi (PT), Laudecir Gonçalves (PR) e Mara Schimoguiri (PTB) votaram favoráveis à denúncia. Dionice Mercês Guimarães (PP), Ernani Wogeinaki Junior (PSB), Fabiano José Mendes (PR), João Francisco Canani (PP), Joel da Cruz (DEM), Renilce de Oliveira (PSD) e Siomara Muhlmann Correa (PP) foram contrários.
Decisão da 2ª Vara Civil de Canoinhas ordenou o afastamento cautelar de Quege por 180 dias. A decisão atende pedido do Ministério Público de Santa Catarina, que havia ajuizado ação civil pública contra o prefeito e o Município por atos de improbidade administrativa. Quege também teve os direitos políticos suspensos por cinco anos, terá de pagar uma multa de 30 vezes o valor da sua remuneração, está proibido de contratar com o poder público por três anos e ainda terá de pagar 20% do valor da causa processual em que foi condenado.
Quege tem 163 processos contra a sua administração; destes, em 79 aparece como réu direto.
Os detalhes da votação e a repercussão do caso você acompanha na edição impressa do Correio do Norte de sexta, dia 7.
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